sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Câncer com "transmissão vertical"

D

e acordo com um estudo publicado no Proceedings of the National Academy of Sciences, há casos, embora raros, de tranferência de células cancerígenas da mãe para o feto.

Teoricamente, o sistema imune fetal identificam e destroem as células do câncer assim que elas cruzam a placenta. No entanto há 17 relatos de caso mostrando que estas células acabaram se tornando "invisíveis" às células de defesa fetais. Os cânceres mais envolvidos nessa situação são a leucemia (tumor de células sanguíneas) e o melanoma (câncer de células de pigmento da pele).

O problema de defesa, a princípio, estaria na ausência de um sinalizador molecular, nas células cancerígenas, que faria com que o sistema imune do feto não as reconhece como perigosas, não mobilizando assim defesa contra elas.

Mas o professor Mel Greaves, do Instituto de Pesquisa da Câncer da Inglaterra diz que se deve enfatizar que essa tranferência de células do câncer é um fato estremamente raro e que a chancede qualquer mulher grávida com câncer passar tais células para o feto é remota.

Infelizmente, parece que este tipo de doença tão temida por todos está encontrando outra forma de se perpetuar. É esperar e ver como os pesquisadores irão desenvolver os métodos para barrar a tranferência desse tipo de célula ou para fazer com que ela seja reconhecida pela imunidade fetal.

sábado, 10 de outubro de 2009

Mulher faz bem à saude!

U

m estudo sueco sugere que uma mulher bem-educada influencia positivamente não apenas a si mesma como seu companheiro, no que diz respeito a chances de uma vida longa.


Um homem cuja parceira teve apenas educação básica tem 25% a mais de chance de morrer cedo se comparado com esposas que completaram a universidade.

Segundo os autores do estudo, a explicação para o fato observado seria que as mulheres educadas estariam mais aptas a perceber e entender as necessidades de saúde de sua família, tanto fazendo com que seus parceiros deem mais atenção a sua própria saúde como introduzindo hábitos saudáveis na rotina familiar.

Os achados, publicados no Journal of Epidemiology and Community Healthcare, são baseados em pessoas que estão na faixa etária entre 30 e 59 anos e indicam ainda que a educação e o status social das mulheres afetam as "chances de vida" dos homens mais que as educação deles próprios.

Como era de se esperar, a educação feminina afeta sua própria mortalidade, apresentando 53% menos chance de morte precoce comparando-se as mulheres com ensino superior e as com educação básica. E claro, a escolha do parceiro também é influenciada pelo nível de educação da mulher.

Bem, mesmo não mostrando grandes novidades, o estudo renova o pensamento que a melhoria da qualidade de vida sempre passa pela educação!... já que a história de que mulher faz bem à saúde... bem, isso eu já sabia!

Fonte
BBC News