terça-feira, 20 de janeiro de 2009

A biologia explica a traição... das mulheres

U

m estudo produzido em Austin (EUA), pela Universidade do Texas mostra que mulheres com uma concentração mais elevada de um hormônio ligado à auto-estima que as faz se considerarem atraentes têm mais chances de ter casos extraconjugais e de trocar de parceiros com freqüência.

A pesquisa relaciona o nível de auto-estima com a quantidade do hormônio estradiol - as mulheres com mais desses hormônios tendem a se considerar mais bonitas e a serem consideradas mais atraentes por outras pessoas.

Os cientistas afirmam que essas mulheres têm a tendência a se sentir menos satisfeitas com seus parceiros e menos comprometidas com eles, em um comportamento que os autores do estudo chamam de "monogamia oportunista em série".

Segundo eles, isso se deve a um "instinto" de buscar parceiros com mais qualidades.

"Na natureza, é difícil conseguir um parceiro que seja ao mesmo tempo um bom provedor de estabilidade para a família e que tenha bons genes para procriar. Por isso, muitas mulheres alternam um relacionamento mais duradouro com aventuras com homens mais atraentes", explica a psicóloga Kristina Durante, a principal autora da pesquisa, publicada na revista Biology Letters, da Royal Society.

"Já as mulheres mais bonitas demandam mais os dois tipos de recursos por parte do parceiro e procuram um padrão de qualidade que às vezes é difícil de conseguir."

Segundo Durante, é por isso que muitas mulheres não se sentem obrigadas a se comprometer com um parceiro se outro com possíveis melhores qualidades se torna disponível.

O hormônio estradiol está ligado à fertilidade e à saúde reprodutiva da mulher. Assim, estudos realizados no passado mostram que o estradiol alimenta o desejo de poder em mulheres solteiras. Segundo essas pesquisas, aquelas mulheres que não tomam pílulas anticoncepcionais estão ainda mais vulneráveis ao hormônio.

"As voluntárias com maior nível de estradiol tinham mais histórias de paqueras e de casos com outros homens além de seu parceiro fixo", disse Kristina Durante.

Mas elas também se mostraram mais envolvidas em relacionamentos duradouros do que em romances passageiros ou "ficadas". "Essas mulheres parecem adotar uma estratégia de 'monogamia serial', em que buscariam sempre um parceiro melhor para a reprodução", explica a psicóloga. "Não é o sexo casual que as interessa."

O que faremos, homens, pra nos prevenir deste "perigo"??... quem sabe não aplicamos isso na paquera: a segunda pergunta, depois de saber o nome da desejada, poderia ser "Mas me conta... qual tua dosagem de estradiol, gatinha?"

2 comentários:

Lidi disse...

Amoor...
Eu nunca vou deixar tu descobrir minha dosagem de estradiol...hahaha
bju

Nuno disse...

Periiigo! hahah